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2ª fase da operação ‘Dúctil’ tenta combater supostas fraudes na área da saúde durante pandemia em RO

Nesta manhã são cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. Só na primeira fase, os valores das contratações investigadas passavam dos R$ 21 milhões.

A Polícia Federal de Rondônia deflagrou na manhã desta sexta-feira (24) a segunda fase da operação “Dúctil” que investiga fraudes na aquisição emergencial de materiais e insumos médico-hospitalares para atendimento das demandas da Secretaria de Saúde de Guajará-Mirim (RO) no combate à pandemia do novo coronavírus. Só na primeira fase, os valores das contratações investigadas passavam dos R$ 21 milhões.

Nesta manhã são cumpridos 10 mandados de busca e apreensão em Porto Velho, São Miguel do Guaporé (RO) e Guajará-Mirim (RO).

A assessoria de imprensa da PF informou que após análise dos materiais apreendidos na primeira fase da operação, principalmente celulares e documentos, foram encontrados indícios de atestados de capacidade técnica falsos e possível atuação de empresários em conspiração com agentes públicos da Secretaria Municipal de Guajará para concretizar a compra sem cumprir as exigências legais.

Esses empresários investigados já foram indiciados anteriormente pelos crimes de fraude à licitação, falsidade ideológica e associação criminosa, por supostas fraudes em chamamentos públicos da Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia (Sesau).

O nome da operação “Dúctil” faz referência a algo que pode ser conduzido, direcionado, em menção aos prováveis direcionamentos das licitações. O termo também tem relação com a situação dos investigados, que modificam o ramo de atividade da empresa, durante a pandemia, para participar de licitações milionárias realizadas pela Administração Pública.

A operação é realizada em trabalho conjunto entre a Polícia Federal, Controladoria-Geral da União e Ministério Público Federal.

Primeira fase da operação

A operação Dúctil foi deflagrada pela Polícia Federal no dia 10 de junho com o mesmo foco da deflagrada nesta sexta: desarticular esquemas de fraudes na compra emergencial de materiais e insumos médico-hospitalares relacionados ao enfrentamento da Covid-19 em Rondônia.

Na época foram cumpridos mandados em Porto Velho, São Miguel do Guaporé (RO), Rolim de Moura (RO), Manaus, Santo André (SP), São Bernardo do Campo (SP), São Caetano do Sul (SP) e Tabapuã (SP).

O Governo de Rondônia informou por meio de nota no mês passado que “os mandados de busca e apreensão ocorreram na Assessoria Técnica (Astec) na sede da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau)”.

Fonte: G1/RO

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